Show da Ana Carolina no Siará Hall
É cada vez mais rara a presença de celebridades do porte de Ana Carolina. Os ritmos que, na verdade, fazem muito bem ao nosso ouvido, incluindo para tanto o público LGBTT, estão gradualmente mais que escassos. E num desequilíbrio veemente, o que falta ali, sobra em abundância gritante poluindo os gostos daqueles mais seletivos.
Aqueles que sabem prestigiar uma boa música tiveram no sábado, dia 24 de abril, a oportunidade e o privilegio de receber uma voz inconfundível e ímpar: A deusa Ana Carolina. Duvidamos que alguém “discorde” dessa sentença.
Para a tristeza de todos, infelizmente, o show dispensou as delongas e por um segundo quase que efêmero, passou-se num estalar de dedos. Ana Carolina poderia passar toda uma noite cantando e mesmo assim, acharíamos pouco.
O repertório foi bem selecionado, excetuando o fato dela não haver “Comido a Madona”. Uma mescla sutilmente equilibrada entre canções desconhecidas e boas relíquias. É que a voz peculiar de Ana Carolina faz parecer que todas as canções já estão intrínsecas em algum lugar dentro da gente. Ficamos tão absortas e concentradas nessa mulher que qualquer apresentação sua, torna-se um espetáculo.
Alguns, mais exigentes, sentiram falta dos efeitos que Ana Carolina comumente mostra nas suas apresentações. Segundo opiniões distintas, ela fez um show mais voltado à voz e violão. Ressaltando que foi totalmente inesperado o seu aparecimento lá no céu – uma verdadeira anja. Certamente causou furor e arrepios!
A pista estava bastante lotada, entrementes, uma multidão realmente concentrada no show romântico, delicado, pacífico – não há registros de confusão. Para os que se beneficiaram do Front Stage, estes tiveram o prazer de sentir e ver a deusa mais de perto. Certamente as meninas ficaram ouriçadas quando Ana Carolina fez um gesto, mexendo o corpo, como se naquele momento fosse comer a Madona. Sem contar a amostra de pernas fatal que conciliada com seu rosto lindo, certamente fizeram muitas meninas brigarem.

O público dos camarotes sem dúvidas abusou de bastante espaço, contudo, não estamos certas de que a visão numa perspectiva diagonal tenha favorecido como àqueles que estavam mais nivelados ao palco.
A presença em massa de mulheres foi fato notório. Parecia mais um evento feito para meninas. E todas se sentiam livres e desprovidas de quaisquer preconceitos – beijos ardentes, molhados, longos, lentos – de todas as formas e gostos – espetáculo à parte, que somado ao palco principal, entraram em sintonia perfeita.
Por Letícia Nobre
Diretora Administrativa
Blos dos Bastidores


















Olá meninas!!!!
Passando aq pra parabenizar o Blog de vcs, nossa estou surpresa com tantas informações importantes que vcs estão passando pra nois mlrs e até mesmo para algumas desenformadas, achei o maximo a parte sobre mpb que amo de paixão e sobre os encontros que vcs faram toda a cobertura, segura aí mlrs: leticia e lu estão bombando com essa novidade…
bjão e mais uma vez parabéns!!!
Valeu, Naiara, adoro o “perigo de você escrevendo”! Comente sempre!!! Bjus…
Parabéns minhas queridas…
O blog ta show, espero ser um grande sucesso!
Adoro vocês!
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