Fim de tarde. Um copo de campari com gelo a balançar, vagarosamente, por entre os dedos. Melancolia. Um vazio quebrado apenas pelo barulhinho que o gelo faz esbarrando de leve no cristal. Pupilas fixas. Olhos que vagueiam pelo passado. Nostalgia.... (Continue lendo)
Fina flor do meu limite – Vovó! Chegamos! Ouvira a voz familiar que sempre alegrava seu coração. Vê-lo sorrindo causava-lhe certo conforto. Algo teria valido a pena. Ele era a resposta. Virou-se com os braços estendidos e o corpo levemente... (Continue lendo)
Por trás da porta Vivíamos uma espécie de namoro às avessas. Ficávamos juntos uma boa parte do tempo, mas na primeira oportunidade fugíamos um do outro. Uma forma de evitar atropelos que as paixões sempre causam. Afinal, dor de amor... (Continue lendo)
A internet tem dessas coisas: provocar minha libido, instigar minha imaginação e meu sexo, como quem brinca com o desejo do outro deitado num divã do analista. Depois, sufoco-me em um espasmo de gozo conseguido sozinha no quarto, enquanto todos... (Continue lendo)